quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Formatura 2011

         
          Estar hoje , aqui, com vocês, compartilhar este momento especial, é muito importante para mim e quero agradecer-lhes a honra deste título de madrinha que deram  a mim e as minhas colegas que aqui  represento  a “sora” Viviann e a  teacher Dani .

          Façamos de conta que hoje é uma típica segunda-feira de 2011 e eu entro na sala de aula fazendo aquela pergunta: Posso Falar? “bom dia 81; “bom dia 82”; “bom dia 83” e ainda completo pedindo “  meus amores calem as suas boquinhas por favor que eu quero começar a minha aula...; Mas brincadeiras  a parte, pois , só eu e vocês estamos entendendo  o que eu estou falando...e passamos ao mundo do “faz-de-conta” esse sim faz parte das nossas vidas desde muito pequenos: os pais fazem de conta que a colher de papinha é um aviãozinho , a criança faz de conta que é um super-herói ou uma professora. E muitas vezes, quando nos damos conta acabou o faz de conta e estamos aqui na formatura , já somos aquilo que imaginamos: adolescentes... Nossa! Quase adultos e muitas vezes fazemos da nossa vida um jogo que vale muitos pontos  e fico feliz de chegar ao dia de hoje e dizer a todos vocês “parabéns”, conseguimos, completamos o jogo. Etapa vencida!
          Mas vocês já iniciaram outro, uma versão bem mais avançada e agora seguem sozinhos, porém é só lembrar do básico de qualquer jogo: conhecer bem as regras e respeitá-las ou, se for o caso, brigar para melhorá-las, prestar atenção aos obstáculos, estudar as adversidades para superá-las e, principalmente, não esquecer que a vitória é simples conseqüência de uma competição honesta.
          O grande Charles Chaplin disse, num de seus belos discursos: "que os nossos esforços desafiam as impossibilidades. Lembrando de que as grandes proezas da história foram conquistadas naquilo que parecia impossível".

          Portanto, caros afilhados é preciso de clareza para perceber que vocês estão concluindo e começando uma nova etapa, e que essa nova etapa que é o Ensino Médio também vai  exigir dedicação, estudo, comprometimento, consciência crítica e nós da escola Tietboehl não estaremos mais junto a vocês, teremos outros para serem iniciados no jogo, mas podem fazer de conta que continuamos dizendo: “Ah, bateu o sinal,  eu não acredito que já acabou a aula ...terminem a atividade em casa e fazemos a correção na próxima aula! Bom fim de semana pra vocês e até segunda-feira! Assim fica mais fácil não é? Menos triste...Sem grandes despedidas...pois nós amamos vocês !!  Beijos




sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Turmas 81, 82 e 83 - eles irão deixar saudades...



Viagem ao Balneário Camboriú - Beto Carrero - Florianópolis

Dia das despedidas

Sorvete expresso...que delícia!!

Turma 64 - eles curtem as aulas além da sala de aula!

Turma 61 - ainda faremos muitas aulas "diferentes" juntos!
Turma 63 - quanta energia! Aprendi muito com vocês!
O sorvete, surgiu muito antes da primeira geladeira. Sua origem é cheia de controvérsias e lendas, mas a versão mais aceita atribui sua autoria aos chineses, por volta de 1000 a.C, quando, talvez, algum cozinheiro criativo experimentou usar flocos de neve para produzir uma iguaria diferente. Animados com o resultado, ao longo dos séculos, foram experimentando...


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

XXIX Comenda do Professor Torrense

                              Todo bom começo tem um bom professor...

terça-feira, 18 de outubro de 2011

domingo, 9 de outubro de 2011

TEXTO EXTRAÍDO DA INTERNET: A extinção dos professores

TextoA EXTINÇÃO DOS PROFESSORES.

 O ano é 2.020 D.C. - ou seja, daqui a nove anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:
  – Vovô, por que o mundo está acabando?
     A calma da pergunta revela a inocência da alma infante.
E no mesmo tom vem a resposta:
     – Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
     – Professores?
Mas o que é isso?
O que fazia um professor?
  O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas.
Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
– Eles ensinavam tudo isso?
Mas eles eram sábios?
– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios.
Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
    – E como foi que eles desapareceram, vovô?
  – Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade.
O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito.
Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação.
Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados.
Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam
aprender alguma coisa.
Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos.
Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”.
Isso quando não ia os próprios pais gritar com os professores nas escolas.
Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”.
Os professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos.
viraram saco de pancadas de todo mundo.
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarravam na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse.
“Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas.
E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular.
Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas.
Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
Em seguida, os professores foram desmoralizados.
Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão.
Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor.
As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.

O texto acima circula na internet desde 2009.
Mas como ele se mantém atualíssimo, vale repassá-lo para os nossos amigos.
Trata-se apenas de uma opinião de um autor desconhecido.