sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Culinária Portuguesa e Espanhola.

Expansão Marítima - 6ª série

Escolhendo os temperos (eles são as iguarias das minhas aulas)

Colocando a mão na "massa"!
Apresentação impecável

A cozinha da escola virou sala de aula!

Muito bom fazer as compras em grupo.
O estudo das expansões marítimas portuguesa e espanhola foi além da sala de aula, as delícias da culinária destes países nos levaram à pesquisa, aos mercados e a cozinha !

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Maquetes dos Castelos Medievais - Alunos da 6ª série


As 6ª séries estão estudando o FEUDALISMO, e a construção de maquetes fez parte do projeto.

Castelos de madeira
Durante os primeiros séculos da Idade Média (até o século XI, aproximadamente), os castelos eram erguidos de madeira.
Castelos de pedra 
A partir do século XI, eles passaram a ser construído de blocos de pedra. Tornaram-se, portanto, muito mais resistentes. Estes castelos medievais eram erguidos em regiões altas, pois assim ficava mais fácil visualizar a chegada dos inimigos. Um castelo demorava, em média, de dois a sete anos para ser construído.
Arquitetura e funções
Em volta do castelo medieval, geralmente, era aberto um fosso preenchido com água. Esta estratégia era importante para dificultar a penetração dos inimigos durante uma batalha. Os castelos eram cercados por muralhas e possuíam torres, onde ficavam posicionados arqueiros e outros tipos de guerreiros. O calabouço era outra área importante, pois nele os reis e senhores feudais mantinham presos os bandidos, marginais ou inimigos.
 A ponte levadiça, feita de madeira maciça e ferro, era o único acesso ao castelo e, após todos entrarem, era erguida para impedir a penetração inimiga.
Por dentro, o castelo medieval era frio e rústico, ao contrário do luxo mostrado em muitos filmes sobre a Idade Média. Os cômodos eram enormes e em grande quantidade. O esgoto produzido no castelo era, geralmente, jogado no fosso. 
Professora Vera Beatris
História








terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Acompanhando os estudos dos filhos

Mesmo com uma vida mais conturbada, cheia de compromissos, é fundamental para o sucesso dos filhos que seus pais os acompanhem na escola. Não basta levar e buscar a criança ou o adolescente, mas dispensar algum tempo para conversar com alguns professores, cumprimentar as pessoas que convivem com os pequenos, buscar informações.
Crianças e adolescentes com pais que participam de sua vida escolar tendem a obter melhores resultados do que aqueles em que os pais nunca participam.
Na escola, é importante que os pais participem das reuniões, freqüentem as festas, leiam a agenda escolar dos mesmos, acompanhando todos os recados, busquem soluções para eventuais problemas.
Em casa, os pais devem conversar com os filhos sobre as aulas, se estão com alguma dificuldade ou problema, trocando informações importantes com estes, demonstrando interesse por seus estudos e das expectativas que possuem.
Devem ouvir com interesse o que a criança ou jovem tem a dizer a respeito de sua vida escolar, principalmente quando relatam os fatos ocorridos.
Olhar as tarefas e orientar quando necessário, ajudar em trabalhos e pesquisas, se dispor diante das responsabilidades dos mesmos, é demonstrar atenção e ensinar a levar a vida escolar de forma séria.
Outro aspecto a ser levado em consideração é quanto à saúde dos filhos. Os cartões de vacinação devem estar sempre em dia, pois qualquer problema prejudica o aprendizado. Alguns problemas de saúde não são visíveis aos olhos, como as verminoses, por exemplo, que podem deixar os estudantes sem estímulos, com preguiça, sono e cansaço excessivo.
Tais atitudes fazem com que os jovens estudantes sintam-se estimulados, pois percebem que os pais valorizam seu esforço.

Por Jussara de Barros
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Aos pais

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Trabalho com adolescentes

“ Quando melhor for a qualidade da educação, menos importante será o papel da psiquiatria no terceiro milênio”.
Apresentaremos aqui dez ferramentas ou técnicas psicopedagógicas que podem ser aplicadas pelos professores. Essas técnicas envolverão mudanças no ambiente social e psíquico dos alunos e dos professores. A aplicação dessas técnicas na escola depende do material humano: do treinamento dos professores e da mudança da cultura educacional.
Elas objetivam a educação da emoção, a educação da auto-estima, o desenvolvimento da solidariedade, da tolerância, da segurança, do raciocínio esquemático, da capacidade de gerenciar os pensamentos nos focos de tensão, da habilidade de trabalhar perdas e frustrações. Enfim, formar pensadores.

1 – “Música Ambiente em Sala de Aula”
Objetivos desta técnica: desacelerar o pensamento, aliviar a ansiedade, melhorar a concentração, desenvolver o prazer de aprender, educar a emoção.

2 – “Sentar em círculo ou em U”
Objetivos desta técnica: desenvolver a segurança, promover a educação participativa, melhorar a concentração, diminuir conflitos em sala de aula, diminuir conversas paralelas.

3 – “Exposição Interrogada: a arte da interrogação”
Objetivos desta técnica: reacender a motivação, desenvolver o questionamento, enriquecer a interpretação de textos e enunciados, abrir as janelas da inteligência.

4 – “Exposição Dialogada: a arte da pergunta”
Objetivos desta técnica: desenvolver a consciência crítica, promover o debate de idéias, estimular a educação participativa, superar a insegurança, debelar a timidez, melhorar a concentração.

5 – “Ser Contador de Histórias”
Objetivos desta técnica: desenvolver criatividade, educar a emoção, estimular a sabedoria, expandir a capacidade de solução em situações de tensão, enriquecer a socialização.

6 – “Humanizar o Conhecimento”
Objetivos desta técnica: estimular a ousadia, promover a perspicácia a criatividade, incentivar a sabedoria, expandir a capacidade crítica, formar pensadores.

7 – “Humanizar o Professor: cruzar sua história”
Objetivos desta técnica: desenvolver a socialização, estimular a afetividade, construir ponte produtiva nas relações sociais, estimular a sabedoria, superar conflitos, valorizar o “ser”.

8 – “Educar a Auto-Estima: elogiar antes de criticar”
Objetivos desta técnica: educar a emoção e a auto-estima, vacinar contra a discriminação, promover a solidariedade, resolver conflitos em sala de aula, filtrar estímulos estressantes, trabalhar perdas e frustrações.

9 – “Gerenciar os Pensamentos e as Emoções”
Objetivos desta técnica: resgatar a liderança do eu, prevenir conflitos, proteger os solos da memória, promover a segurança, desenvolver espírito empreendedor, proteger a emoção nos focos de tensão.

10 – “Participar de Projetos Sociais”
Objetivos desta técnica: desenvolver a responsabilidade social, promover a cidadania, cultivar a solidariedade, expandir a capacidade de trabalhar em equipe, trabalhar os temas transversais: a educação para a saúde, para a paz, para os direitos humanos.
Texto extraído do blog EDUCAÇÂO EM AÇÂO

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Metáfora do preconceito e as conotações da palavra negro

Será que isso é coisa de pele?
Em uma sociedade preconceituosa, o negro é visto como ser inferior, primitivo, retardado, delinqüente, perverso, desonesto, tolo, possuidor de maus instintos, sujo, irresponsável, preguiçoso, incapaz, etc. Esses preconceitos tornam-se traços semânticos das palavras preto/negro que vão sendo reproduzidos em inúmeras metáforas que utilizam essa cor.


As metáforas que utilizam signos que representam a cor negra, introjetam inconscientemente até mesmo no falante de afro-descendência o preconceito racial/social. Essas metáforas fazem parte de nosso sistema conceitual e seu uso intenso faz com que o falante incorpore, e passe a considerar como seus, os valores preconceituosos que permeiam a linguagem.


Assim:


“O dia hoje está negro” teria como sentido denotativo um dia sem sol, com nuvens escuras e como sentido conotativo ou metafórico, um dia cheio de problemas, aborrecimentos ou tensões.

“Ele é um negro de alma branca” está produzindo um enunciado falso, pois não se atribui cor à alma. No entanto, a intenção da metáfora é dizer outra coisa, como, por exemplo, "ele é um negro que possui qualidades próprias das pessoas brancas".

"A situação está preta", descreve uma idéia real, mostra que alguma coisa não está bem, está adversa, ruim, etc. A idéia implícita "negro é ruim, adverso", no entanto, é falsa, preconceituosa, introjetada em nossas mentes, como se fosse um atributo da palavra negro.



"Isso é trabalho pra negro” enfatiza-se aí a escravidão, a desigualdade, a exclusão e o racismo através da palavra negro.

“O diabo não é tão preto como se pinta” associa a palavra preto à figura e ao comportamento demoníaco.

“A fome é negra” utiliza a palavra "negro" para enfatizar o desespero e a desolação com o problema da fome.


Vocabulário que carrega preconceitos

câmbio negro: comércio ou transação ilegal.
mercado negro ou câmbio negro: comércio ilegal.

caixa-preta: falta de transparência.
lista negra: relação de coisas ou pessoas consideradas prejudiciais.
humor negro: humor que choca pelo uso de elementos mórbidos ou macabros
magia negra: bruxaria.
peste negra: doença que assolou a Europa na Idade Média.
ovelha negra: pessoa ou entidade que se destaca pelo mau procedimento.
besta negra: inimigo, problema de difícil solução.



Texto extraído de:
http://www.uniblog.com.br/nacoeseaculturadacor




Tesouros do passado

Tesouro!



Para que estudar a história?...para no mínimo nos causar prazer, alegria e curiosidade. Quando ingressei na Universidade aprendi que estudaria a história para compreender melhor o presente e conseguir atingir mudanças promissoras no futuro! Para conscientizar a massas e quem sabe revolucionar!!!Mas pra mim, a história no mínimo diverte...
Vera Beatris



“Não ensine aos meninos pela força e severidade, mas leve-os por aquilo que os diverte, para que possam descobrir a inclinação de suas mentes.” (Platão. A República, VII)